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SECURITIZADORAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTES

há 4 dias
1 min de leitura

Dificuldades no dimensionamento dos riscos



Normalmente as Securitizadoras e as Factorings de pequeno e médio portes têm como clientes cedentes micro e pequenas empresas. Na sua grande maioria optantes do Simples Nacional.


Por sua vez, estas, tem dificuldade em apresentar informações que demonstrem a evolução de seus negócios. Essa ausência de dados gera problemas no dimensionamento e na avaliação dos riscos das operações.


Trabalha-se com a análise do histórico do comportamento do cedente, tanto a nível interno quanto externo, esse com base nas informações dos bancos de dados de crédito.


Antecipação de Recebíveis


Nas operações de antecipação de recebíveis compra-se o risco com a avaliação direta dos sacados. Há que se controlar a qualidade do lastro desses recebíveis.


Crédito Estruturado


Nas operações com títulos emitidos pelos cedentes – nota comercial, CCB etc. - mesmo com garantias reais, o conhecimento da geração de caixa é fator de suma importância na concessão do crédito.


Os riscos são minimizados na medida que se conhece a gestão das empresas e consequentemente os resultados gerados tanto a nível de retorno quanto a nível de geração de caixa.


Contribuição dos Agentes Comerciais


Ações dos Comerciais, buscando relacionamentos profissionais mais aprofundados com os administradores das cedentes podem contribuir na gestão dos riscos do crédito.

Suas lideranças devem também focar no monitoramento dos créditos e na gestão da empresa, além da busca constante das operações.


O Crédito como ponto vital para as Securitizadoras.


O retorno dos investimentos das Securitizadoras é função direta das taxas, dos custos e do nível mínimo de inadimplência. Para isso a qualidade do crédito é fundamental!

 
 
 

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